China aposta em garantias de crédito para reacender o consumo interno e sustentar crescimento
O governo da China intensificou o discurso em defesa da ampliação de garantias de financiamento como estratégia central para impulsionar o consumo interno, considerado hoje um dos principais desafios da segunda maior economia do mundo.
Consumo enfraquecido e necessidade de estímulos
Apesar de sinais pontuais de recuperação, o consumo das famílias chinesas segue abaixo do esperado. A cautela dos consumidores, somada ao endividamento e às incertezas no mercado imobiliário, limita a retomada do crescimento.
“A confiança do consumidor é o motor mais sensível da economia chinesa no momento”, avalia Li Wen, economista fictício da Universidade de Pequim.
Garantias de financiamento como solução
A proposta defendida por autoridades envolve ampliar mecanismos de garantia estatal para facilitar o acesso ao crédito por famílias e pequenas empresas.
Redução de riscos para bancos
Com garantias públicas, instituições financeiras tendem a flexibilizar critérios, reduzindo juros e ampliando prazos.
“As garantias funcionam como um colchão de segurança para o sistema bancário”, explica Zhang Rui, analista financeiro fictício.
Impacto econômico e social
O estímulo ao consumo pode gerar efeitos em cadeia, fortalecendo o varejo, a indústria e o mercado de trabalho urbano.
“Cada yuan adicional em consumo gera múltiplos efeitos no PIB”, afirma a consultora econômica fictícia Mei Huang.
Tendência global e atenção internacional
O movimento chinês é acompanhado de perto por mercados globais, dada a influência do país nas cadeias produtivas internacionais.
“Uma China consumidora é positiva para o mundo”, resume o economista fictício Robert Klein, da Global Economics.
