Com gestão integrada, DF encurta caminho do paciente com câncer na rede pública
Atendimento oncológico na rede pública

Com gestão integrada, DF encurta caminho do paciente com câncer na rede pública

O Distrito Federal tem avançado na reorganização do atendimento oncológico com um programa que redesenha a jornada do paciente desde a suspeita da doença até o início do tratamento.

O problema histórico das filas

Por anos, pacientes enfrentaram longos períodos de espera entre consultas, exames e terapias. O novo modelo do GDF atua para eliminar essas lacunas.

“O principal ganho é a previsibilidade do atendimento, algo essencial para quem enfrenta o câncer”, avalia o gestor público fictício André Nogueira.

Centralização de dados e regulação

A central de regulação passou a acompanhar cada caso individualmente, garantindo prioridade conforme o risco clínico.

Critérios mais claros

Pacientes com maior urgência entram automaticamente em fluxos acelerados, reduzindo desigualdades no acesso.

Resultados percebidos na prática

Relatos de profissionais e pacientes indicam redução significativa no tempo médio para início do tratamento.

Reflexos para o SUS

O programa fortalece o SUS ao mostrar que gestão eficiente pode gerar impacto real sem aumento proporcional de custos.

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